Feast: a minha mais nova obra-prima particular!

Gosto de dar uma olhada em filmes de pequenas produtoras e diretores novatos. Ultimamente tenho feito muito isso, e na grande maioria das vezes me surpreendo bastante com a qualidade das produções. Graças a essa minha curiosidade pude descobrir várias pérolas, mas nenhuma que se comparasse à genialidade de Feast, filme do ano passado mas que só começou a rolar na internet essa semana e acabo de assistir. Acabo de assistir e preciso de alguém pra recolocar meu queixo no lugar.
Feast é uma das primeiras empreitadas dos irmãos Harvey e Bob Weinstein na sua nova produtora, a Weinstein Co, depois de terem se separado da Miramax/Dimension Filmes em 2005. E detalhe: a frase no topo do cartaz parece até ser mentira, mas não é! Os famosíssimos Mat Dammon, Ben Affleck, Wes Craven e Chris Moore realmente fizeram parte da produção executiva do filme. Nada popular esse time, hein?
Feast já começa mostrando que o diretor John Gulager sabe o que faz. Numa tomada fantástica, acompanhamos algumas pessoas em um bar de um posto de gasolina no meio de um deserto. A câmera vai então em sequência selecionando os protagonistas e os apresentando ao espectador, congelando seus rostos um por um e exibindo uma pequena fichinha com dados como nome, ocupação e expectativa de vida, o que rende algumas ótimas frases já no início do longa.
Feito isso, o grupo de 13 pessoas está se divertindo, outros trabalhando, até que de repente um rapaz sujo de sangue entra no bar como um trovão, empunhando uma espingarda. Ele é Hero, havia acabado de sofrer um acidente de carro com sua esposa Heroine e avisa que em alguns segundos um verdadeiro inferno irá cair sobre aquele lugar. Como ninguém entende nada, o rapaz mostra algo que vinha segurando em uma das mãos: é a cabeça de um ser monstruoso, e segundo Hero mais quatro daquelas criaturas estão lá fora. Ainda sem entender nada, o grupo começa a bloquear todas as entradas, até que Hero se descuida e é puxado para fora por um dos monstros. Entra em cena Heroine, que conseguiu sobreviver ao acidente e ao ver o marido morto e motivada pela esperança de ver sua filhinha novamente, encoraja todos a lutarem contra a ameaça desconhecida. Encurralados pelas criaturas, começa então uma luta pela sobrevivência.
Roteiro simples, direção magnífica, câmera frenética, fotografia avassaladora, personagens magníficos e muitos, muitos litros de sangue falso fazem de Feast um dos melhores filmes de horror da safra atual com louvor. Me arrisco até a dizer que Feast é o filme mais divertido de 2005, superando até mesmo o maravilhoso Evil Aliens (aguardem, possível resenha aqui no SeT);
Feast é um espetáculo sem frescuras de muito sangue, muito gore, e muita escatologia. Não é exagero, o filme não poupa nada e ninguém. Desde criancinhas inocentes até velhinhos, todos são tratados igualmente e rodam na mão dos vilões igualmente, nada da baboseira politicamente correta hollywoodiana onde nem mesmo moscas podem morrer. A cena do primeiro ataque dos monstros ao bar, diga-se de passagem, com certeza vai ficar na cabeça de quem assistir o filme por um bom tempo como uma das cenas mais legais e bem montadas ultimamente.
Se me lembro bem acho que a última vez em que vi um filme recente e que fosse tão sangrento foi no já citado Evil Aliens. Aliás, não pude deixar de perceber várias semelhanças entre esses dois filmes, como o grande nível de humor e a presença de vilões super fodões e personagens metidos a heróis e heroínas no melhor estilo Evil Dead.
As personagens são um espetáculo a parte. O diretor John Gulager consegue mexer com figuras super estranhas, outras carismáticas, outras agressivas, mas cada um com suas particularidades e trejeitos como ninguém, e impõe ao filme um clima onde 90% é proporcionado pelas suas personagens. E desde o gordo idiota que é infectado por uma gosma verde e vai apodrecendo aos poucos até a heroína gostosinha, todas as personagens conseguem a simpatia do espectador. Outro destaque vai para as criaturas do filme. Nada de CGI e computação gráfica, todas pessoas fantasiadas, os monstros são sem sombra de dúvida um dos melhores trabalhos do cinema atual em termos de caracterização. É ver para crer.
Feast acaba de virar a minha mais nova obra-prima particular. Espetacular, genial, brilhante, sangrento e divertidíssimo, Filmaço com F maiúsculo, item obrigatório para se ter com a maravilhosa capinha original na coleção e ver e rever.
Ah, e anotem o nome do John Gulager, que em seu primeiro filme já quebra tudo e mostra que não é de brincadeira. Esse cara promete.
Feast é uma das primeiras empreitadas dos irmãos Harvey e Bob Weinstein na sua nova produtora, a Weinstein Co, depois de terem se separado da Miramax/Dimension Filmes em 2005. E detalhe: a frase no topo do cartaz parece até ser mentira, mas não é! Os famosíssimos Mat Dammon, Ben Affleck, Wes Craven e Chris Moore realmente fizeram parte da produção executiva do filme. Nada popular esse time, hein?
Feast já começa mostrando que o diretor John Gulager sabe o que faz. Numa tomada fantástica, acompanhamos algumas pessoas em um bar de um posto de gasolina no meio de um deserto. A câmera vai então em sequência selecionando os protagonistas e os apresentando ao espectador, congelando seus rostos um por um e exibindo uma pequena fichinha com dados como nome, ocupação e expectativa de vida, o que rende algumas ótimas frases já no início do longa.
Feito isso, o grupo de 13 pessoas está se divertindo, outros trabalhando, até que de repente um rapaz sujo de sangue entra no bar como um trovão, empunhando uma espingarda. Ele é Hero, havia acabado de sofrer um acidente de carro com sua esposa Heroine e avisa que em alguns segundos um verdadeiro inferno irá cair sobre aquele lugar. Como ninguém entende nada, o rapaz mostra algo que vinha segurando em uma das mãos: é a cabeça de um ser monstruoso, e segundo Hero mais quatro daquelas criaturas estão lá fora. Ainda sem entender nada, o grupo começa a bloquear todas as entradas, até que Hero se descuida e é puxado para fora por um dos monstros. Entra em cena Heroine, que conseguiu sobreviver ao acidente e ao ver o marido morto e motivada pela esperança de ver sua filhinha novamente, encoraja todos a lutarem contra a ameaça desconhecida. Encurralados pelas criaturas, começa então uma luta pela sobrevivência.
Roteiro simples, direção magnífica, câmera frenética, fotografia avassaladora, personagens magníficos e muitos, muitos litros de sangue falso fazem de Feast um dos melhores filmes de horror da safra atual com louvor. Me arrisco até a dizer que Feast é o filme mais divertido de 2005, superando até mesmo o maravilhoso Evil Aliens (aguardem, possível resenha aqui no SeT);
Feast é um espetáculo sem frescuras de muito sangue, muito gore, e muita escatologia. Não é exagero, o filme não poupa nada e ninguém. Desde criancinhas inocentes até velhinhos, todos são tratados igualmente e rodam na mão dos vilões igualmente, nada da baboseira politicamente correta hollywoodiana onde nem mesmo moscas podem morrer. A cena do primeiro ataque dos monstros ao bar, diga-se de passagem, com certeza vai ficar na cabeça de quem assistir o filme por um bom tempo como uma das cenas mais legais e bem montadas ultimamente.
Se me lembro bem acho que a última vez em que vi um filme recente e que fosse tão sangrento foi no já citado Evil Aliens. Aliás, não pude deixar de perceber várias semelhanças entre esses dois filmes, como o grande nível de humor e a presença de vilões super fodões e personagens metidos a heróis e heroínas no melhor estilo Evil Dead.
As personagens são um espetáculo a parte. O diretor John Gulager consegue mexer com figuras super estranhas, outras carismáticas, outras agressivas, mas cada um com suas particularidades e trejeitos como ninguém, e impõe ao filme um clima onde 90% é proporcionado pelas suas personagens. E desde o gordo idiota que é infectado por uma gosma verde e vai apodrecendo aos poucos até a heroína gostosinha, todas as personagens conseguem a simpatia do espectador. Outro destaque vai para as criaturas do filme. Nada de CGI e computação gráfica, todas pessoas fantasiadas, os monstros são sem sombra de dúvida um dos melhores trabalhos do cinema atual em termos de caracterização. É ver para crer.
Feast acaba de virar a minha mais nova obra-prima particular. Espetacular, genial, brilhante, sangrento e divertidíssimo, Filmaço com F maiúsculo, item obrigatório para se ter com a maravilhosa capinha original na coleção e ver e rever.
Ah, e anotem o nome do John Gulager, que em seu primeiro filme já quebra tudo e mostra que não é de brincadeira. Esse cara promete.



