Violência, sexo e maníacos carniceiros na refilmagem do obscuro 2000 Maníacos
Existem filmes bons e filmes ruins. Mas também existem aqueles filmes que não são bons, nem são ruins. Então se eles não são bons nem ruins, o que eles são? Divertidos. Filmes divertidos são aqueles onde tudo pode ser terrivelmente mal produzido, desde o roteiro até as atuações, mas no final você se sente incrivelmente satisfeito. Isso porque você não encarou aquele filme com o mínimo de seriedade, apenas relaxou por alguns minutos e se deixou levar. Bem, todo esse papo é somente para dizer que é esse o caso de 2001 Maníacos, produção norte-americana do ano passado e que só deu as caras por aqui há poucos dias.
Desde que foi anunciada uma refilmagem para um filme pouco conhecido da década de sessenta, Two Thousand Maniacs (2000 Maniacs), que seria dirigida pelo novato Tim Sullivan e se chamaria 2001 Maniacs, essa passou a ser uma das produções mais esperadas do ano passado, principalmente pelo fato do filme ter anunciado um elenco encabeçado pelo ator cult Robert "Freddy Krugger" Englund e pelo fato de que parte da produção ficaria por conta do hypado Eli Roth, diretor de duas das novas pérolas do gênero, Cabin Fever e Hostel. As expectativas eram grandes, e quando o filme finalmente foi lançado, muita gente se decepcionou. Mas também muita gente gostou bastante do filme. E eu estou entre esses que gostaram bastante. A trama so filme é a seguinte.
Anderson (Jay Gillespie), Nelson (Dylan Edrington) e Cory (Matthew Carey) são três jovens universitários idiotas e arruaceiros que decidem passar as férias de verão na casa do irmão de Cory em Daytona Beach, no sul dos States. No caminho eles encontram outro grupo de jovens que estão indo para o mesmo lugar, Ricky (Brian Gross), Kat (Gina Marie Heekin) e Marla (Marla Malcom). Logo de cara rola um clima entre Anderson e Marla, e os jovens acabam combinando de se encontrar em Daytona. Porém ambos os grupos decidem pegar um desvio na estrada, e acabam chegando a uma cidadezinha de exatos 2001 habitantes que nem sequer está no mapa, o Pleasant Valley, um lugar onde todos se vestem e se comportam como pessoas do século passado. Os jovens e mais um casal de namorados motoqueiros que pegam o mesmo atalho são muito bem recebidos pelo prefeito Buckman (Robert Englund), e são convencidos a ficarem na cidade para a cerimônia de júbilo anual, onde ocorrerá um grande churrasco. A única coisa que eles não sabem é que aquela população bondosa não passa de remanescentes da Guerra Civil Americana, que vivem isolados conservando os costumes das antigas comudidades sulistas com o propósito de se vingar dos nortistas que massacraram seu povo. Acontece que os jovens são todos do norte do país, e nem imaginam que eles mesmos serão a carne do churrasco.
Basicamente, esse é o roteiro do filme. Não chega a ser um roteiro ruim, mas em grande parte é apenas desculpa para mostrar um sem-número de cenas de violência super gráficas e muito sexo, muita sacanagem. Esse mesmo roteiro ainda tenta terminar o filme com uma reviravolta surpresa, que poderia até ser surpresa, se não estivesse escrito na sinopse do DVD lançado por aqui. Erro feio da distribuidora.
O elenco é simplesmente uma vergonha. Os jovens protagonistas são todos uns bocós de carteirinha que só pensam em transar e encher a cara. Robert Englund está caricato como sempre, mas mesmo assim abrilhanta o filme com sua interpretação exageradamente trash, remetendo aos seus tempos áureos. Destaque para a participação do produtor Eli Roth, que faz uma ponta como um caronista bem azarado.
A direção do filme é horrenda, os movimentos de câmera são tosquíssimos, o roteiro é fraquíssimo, as atuações são risíveis, mas que se exploda tudo isso. O que vale mesmo são as cenas de mortes e sacanagem, que fazem do filme um espetáculo divertidíssimo. Há de tudo, desde mutilações até empalamentos, esmagamentos, decapitações e mais uma porrada de atrocidades, incluindo até mesmo cenas de violência contra animais. Outro grande destaque vai para as atrizes do filme. Com excessão de algumas velhacas, são todas umas beldades indescritíveis. É ver para crer.
Enfim galera, não vão assistir 2001 Maníacos pensando que é um filme sério, porque ele não é, e se for para analisá-lo seriamente, o filme é uma bomba desastrosa. Por isso fica aqui meu conselho: desliguem seus neurônios por 87 minutos e aproveitem uma diversão descompromissada de primeira qualidade, mulheres com os seios de fora, muito sangue e muita sacanagem. Podem confiar.
Desde que foi anunciada uma refilmagem para um filme pouco conhecido da década de sessenta, Two Thousand Maniacs (2000 Maniacs), que seria dirigida pelo novato Tim Sullivan e se chamaria 2001 Maniacs, essa passou a ser uma das produções mais esperadas do ano passado, principalmente pelo fato do filme ter anunciado um elenco encabeçado pelo ator cult Robert "Freddy Krugger" Englund e pelo fato de que parte da produção ficaria por conta do hypado Eli Roth, diretor de duas das novas pérolas do gênero, Cabin Fever e Hostel. As expectativas eram grandes, e quando o filme finalmente foi lançado, muita gente se decepcionou. Mas também muita gente gostou bastante do filme. E eu estou entre esses que gostaram bastante. A trama so filme é a seguinte.
Anderson (Jay Gillespie), Nelson (Dylan Edrington) e Cory (Matthew Carey) são três jovens universitários idiotas e arruaceiros que decidem passar as férias de verão na casa do irmão de Cory em Daytona Beach, no sul dos States. No caminho eles encontram outro grupo de jovens que estão indo para o mesmo lugar, Ricky (Brian Gross), Kat (Gina Marie Heekin) e Marla (Marla Malcom). Logo de cara rola um clima entre Anderson e Marla, e os jovens acabam combinando de se encontrar em Daytona. Porém ambos os grupos decidem pegar um desvio na estrada, e acabam chegando a uma cidadezinha de exatos 2001 habitantes que nem sequer está no mapa, o Pleasant Valley, um lugar onde todos se vestem e se comportam como pessoas do século passado. Os jovens e mais um casal de namorados motoqueiros que pegam o mesmo atalho são muito bem recebidos pelo prefeito Buckman (Robert Englund), e são convencidos a ficarem na cidade para a cerimônia de júbilo anual, onde ocorrerá um grande churrasco. A única coisa que eles não sabem é que aquela população bondosa não passa de remanescentes da Guerra Civil Americana, que vivem isolados conservando os costumes das antigas comudidades sulistas com o propósito de se vingar dos nortistas que massacraram seu povo. Acontece que os jovens são todos do norte do país, e nem imaginam que eles mesmos serão a carne do churrasco.
Basicamente, esse é o roteiro do filme. Não chega a ser um roteiro ruim, mas em grande parte é apenas desculpa para mostrar um sem-número de cenas de violência super gráficas e muito sexo, muita sacanagem. Esse mesmo roteiro ainda tenta terminar o filme com uma reviravolta surpresa, que poderia até ser surpresa, se não estivesse escrito na sinopse do DVD lançado por aqui. Erro feio da distribuidora.
O elenco é simplesmente uma vergonha. Os jovens protagonistas são todos uns bocós de carteirinha que só pensam em transar e encher a cara. Robert Englund está caricato como sempre, mas mesmo assim abrilhanta o filme com sua interpretação exageradamente trash, remetendo aos seus tempos áureos. Destaque para a participação do produtor Eli Roth, que faz uma ponta como um caronista bem azarado.
A direção do filme é horrenda, os movimentos de câmera são tosquíssimos, o roteiro é fraquíssimo, as atuações são risíveis, mas que se exploda tudo isso. O que vale mesmo são as cenas de mortes e sacanagem, que fazem do filme um espetáculo divertidíssimo. Há de tudo, desde mutilações até empalamentos, esmagamentos, decapitações e mais uma porrada de atrocidades, incluindo até mesmo cenas de violência contra animais. Outro grande destaque vai para as atrizes do filme. Com excessão de algumas velhacas, são todas umas beldades indescritíveis. É ver para crer.
Enfim galera, não vão assistir 2001 Maníacos pensando que é um filme sério, porque ele não é, e se for para analisá-lo seriamente, o filme é uma bomba desastrosa. Por isso fica aqui meu conselho: desliguem seus neurônios por 87 minutos e aproveitem uma diversão descompromissada de primeira qualidade, mulheres com os seios de fora, muito sangue e muita sacanagem. Podem confiar.



